Maria do Carmo é diretora em uma escola estadual. Em uma
reunião da equipe escolar junto à supervisão de ensino, ela se
preocupou com algumas das falas de Jonas, orientador educacional. Maria do Carmo decidiu, então, que precisava conversar com Jonas. A diretora iniciou a conversa, afirmando: “Fiquei
muito preocupada com o que você disse diante da supervisora”. Imediatamente, o orientador se mostrou defensivo,
parecendo magoado ou mesmo zangado. Maria do Carmo se
arrependeu de ter iniciado aquela conversa.
Patton, Stone e Heen (2021) propõem “duas diretrizes
poderosas” sobre diálogos, que podem ser seguidas por
Maria do Carmo. Alinhada a uma dessas diretrizes, a
diretora deve