Em situações de surtos epidêmicos, como a dengue
ou zika vírus, as ações de vigilância epidemiológica,
fundamentais para o controle e prevenção, são prioritariamente
coordenadas pelos níveis central e estadual do SUS, cabendo ao
ACS, em nível municipal, apenas a execução de tarefas
pré-determinadas, sem autonomia para realizar avaliações de
risco ambiental e sanitário que subsidiem planos de ação locais
mais abrangentes.