Uma instalação industrial de segurança crítica mantém rígidos
protocolos de controle radiológico, com monitoramento contínuo
de radionuclídeos (átomos de núcleos instáveis) no ar e sistemas
de exaustão projetados prioritariamente para essa finalidade.
Durante uma auditoria interna, o engenheiro ambiental constatou que, embora o monitoramento radiológico seja minucioso, não há qualquer controle sistemático sobre as emissões de gases refrigerantes de alto GWP (Global Warming Potential, em português Potencial de Aquecimento Global), nem sobre vapores químicos utilizados em processos auxiliares. A equipe de radioproteção argumentou que tais compostos não representam risco radiológico e, portanto, não foram incluídos nos programas de vigilância.
Considerando a predominância institucional do controle radiológico e as atribuições do engenheiro ambiental, a ação mais adequada é
Durante uma auditoria interna, o engenheiro ambiental constatou que, embora o monitoramento radiológico seja minucioso, não há qualquer controle sistemático sobre as emissões de gases refrigerantes de alto GWP (Global Warming Potential, em português Potencial de Aquecimento Global), nem sobre vapores químicos utilizados em processos auxiliares. A equipe de radioproteção argumentou que tais compostos não representam risco radiológico e, portanto, não foram incluídos nos programas de vigilância.
Considerando a predominância institucional do controle radiológico e as atribuições do engenheiro ambiental, a ação mais adequada é