José, recentemente contratado como CISO pela Banana Inc,
sociedade empresária de médio porte com 500 funcionários,
ficou entusiasmado ao ler sobre Arquitetura Zero Trust em uma
rede social.
Interpretando literalmente o termo Zero Trust (confiança zero), José concluiu que isso significava não confiar em absolutamente nada nem ninguém. Ele então:
• Bloqueou todas as comunicações entre sistemas internos por padrão, sem exceções;
• Removeu todos os usuários e grupos do Active Directory que tivesse qualquer tipo de permissão;
• Desativou a VPN e o acesso remoto completamente ("não podemos confiar em ninguém fora do escritório");
• Configurou o firewall para negar todo tráfego de entrada e saída;
• Desabilitou certificados digitais da sociedade empresária ("não podemos confiar nem em nós mesmos");
• Bloqueou o acesso administrativo a todos os servidores, incluindo para a própria equipe de TI.
Após essa implementação, a sociedade empresária ficou completamente paralisada: os sistemas não comunicavam entre si, os usuários não conseguiam acessar nenhum recurso, os e-mails não eram recebidos nem enviados, e a própria equipe de TI ficou impossibilitada de gerenciar a infraestrutura.
A diretoria exigiu correção imediata mantendo princípios de segurança modernos. Para implementar corretamente Arquitetura Zero Trust conforme a NIST SP 800-207, José deveria
Interpretando literalmente o termo Zero Trust (confiança zero), José concluiu que isso significava não confiar em absolutamente nada nem ninguém. Ele então:
• Bloqueou todas as comunicações entre sistemas internos por padrão, sem exceções;
• Removeu todos os usuários e grupos do Active Directory que tivesse qualquer tipo de permissão;
• Desativou a VPN e o acesso remoto completamente ("não podemos confiar em ninguém fora do escritório");
• Configurou o firewall para negar todo tráfego de entrada e saída;
• Desabilitou certificados digitais da sociedade empresária ("não podemos confiar nem em nós mesmos");
• Bloqueou o acesso administrativo a todos os servidores, incluindo para a própria equipe de TI.
Após essa implementação, a sociedade empresária ficou completamente paralisada: os sistemas não comunicavam entre si, os usuários não conseguiam acessar nenhum recurso, os e-mails não eram recebidos nem enviados, e a própria equipe de TI ficou impossibilitada de gerenciar a infraestrutura.
A diretoria exigiu correção imediata mantendo princípios de segurança modernos. Para implementar corretamente Arquitetura Zero Trust conforme a NIST SP 800-207, José deveria