Um laboratório de pesquisa médica está desenvolvendo um
sistema de inteligência artificial para auxiliar no diagnóstico de
uma doença de pele extremamente rara. O maior desafio do
projeto é a escassez de dados: a equipe possui apenas
300 imagens dermatoscópicas rotuladas da doença, quantidade
insuficiente para treinar uma rede neural convolucional (CNN)
complexa do zero sem causar sobreajuste (overfitting).
Para contornar essa limitação, os cientistas de dados decidiram utilizar um modelo de arquitetura robusta (como a ResNet-50), que já foi previamente treinado em milhões de imagens genéricas do banco de dados ImageNet. A estratégia adotada consiste em manter os pesos das camadas iniciais da rede inalterados (congelados), aproveitando a capacidade do modelo de reconhecer formas e texturas, e treinar apenas as últimas camadas para distinguir a lesão de pele específica.
Essa técnica de reaproveitamento de conhecimento prévio de um domínio para resolver um problema em outro domínio com poucos dados é denominada:
Para contornar essa limitação, os cientistas de dados decidiram utilizar um modelo de arquitetura robusta (como a ResNet-50), que já foi previamente treinado em milhões de imagens genéricas do banco de dados ImageNet. A estratégia adotada consiste em manter os pesos das camadas iniciais da rede inalterados (congelados), aproveitando a capacidade do modelo de reconhecer formas e texturas, e treinar apenas as últimas camadas para distinguir a lesão de pele específica.
Essa técnica de reaproveitamento de conhecimento prévio de um domínio para resolver um problema em outro domínio com poucos dados é denominada: