Lesões endoperiodontais representam uma
comunicação patológica entre o sistema de canais
radiculares e o periodonto, podendo assumir
apresentações agudas ou crônicas. A classificação moderna considera a etiologia, a sequência de
instalação (primariamente endodôntica ou periodontal)
e a presença ou não de danos radiculares estruturais (perfurações, reabsorções, fraturas), aspectos que
influenciam diagnóstico, plano de tratamento e
prognóstico.
Com base nos conceitos atuais sobre lesões endoperiodontais, analise as assertivas:
I. Lesões endoperiodontais podem ser definidas como alterações em que há comunicação patológica entre tecidos pulpares e periodontais em um mesmo dente, resultando em sinais e sintomas que podem envolver tanto o espaço do ligamento periodontal quanto a região periapical ou de furca.
II. A classificação mais recente das doenças periodontais e peri-implantares distingue lesões endoperiodontais com e sem dano radicular, agrupando como lesões “com dano radicular” aquelas associadas a perfurações, fraturas radiculares e reabsorções externas, por apresentarem prognóstico geralmente mais reservado.
III. Em lesões primariamente endodônticas com envolvimento periodontal secundário, é comum encontrar testes de vitalidade pulpar negativos, bolsa periodontal profunda e estreita em uma face específica do dente, com tendência a significativa melhora clínica e reparo ósseo após o tratamento endodôntico adequado isolado.
IV. Em lesões primariamente periodontais com envolvimento endodôntico secundário, a realização de tratamento endodôntico isolado costuma ser suficiente para a resolução completa da condição, não havendo benefício documentado da terapia periodontal quando o componente endodôntico é bem conduzido.
Estão CORRETAS:
Com base nos conceitos atuais sobre lesões endoperiodontais, analise as assertivas:
I. Lesões endoperiodontais podem ser definidas como alterações em que há comunicação patológica entre tecidos pulpares e periodontais em um mesmo dente, resultando em sinais e sintomas que podem envolver tanto o espaço do ligamento periodontal quanto a região periapical ou de furca.
II. A classificação mais recente das doenças periodontais e peri-implantares distingue lesões endoperiodontais com e sem dano radicular, agrupando como lesões “com dano radicular” aquelas associadas a perfurações, fraturas radiculares e reabsorções externas, por apresentarem prognóstico geralmente mais reservado.
III. Em lesões primariamente endodônticas com envolvimento periodontal secundário, é comum encontrar testes de vitalidade pulpar negativos, bolsa periodontal profunda e estreita em uma face específica do dente, com tendência a significativa melhora clínica e reparo ósseo após o tratamento endodôntico adequado isolado.
IV. Em lesões primariamente periodontais com envolvimento endodôntico secundário, a realização de tratamento endodôntico isolado costuma ser suficiente para a resolução completa da condição, não havendo benefício documentado da terapia periodontal quando o componente endodôntico é bem conduzido.
Estão CORRETAS: