É mais ou menos consensual entre os filósofos que
nossas maneiras de raciocinar incluem diferentes tipos
de raciocínios. Um deles guia-nos para sermos sensíveis
a certos sinais aparentemente não relacionados, levando-nos a conclusões que fazem sentido, por exemplo,
como age um detetive ou como age o cientista no momento em que “cria” novas hipóteses (Savian Filho, 2010.
Adaptado).
O tipo de raciocínio descrito no excerto é denominado
O tipo de raciocínio descrito no excerto é denominado