Melo e Constantinidis (2023) discutem que a
prática da Terapia Ocupacional em saúde mental se
organiza a partir da articulação entre campo e núcleo
profissional, o que gera tensões e desafios para a
atuação cotidiana. Nesse contexto, a necessidade de
constante reflexão sobre essas dimensões se deve ao
fato de que: