A disposição física dos ambientes escolares, a
mobilidade permitida aos sujeitos e os critérios de
distribuição e uso dos equipamentos didáticos e
materiais de apoio não constituem aspectos secundários
da prática educativa. Ao contrário, integram o conjunto
de elementos que operam silenciosamente na formação
da cultura escolar, influenciam os processos de
pertencimento e projetam sentidos para a convivência.
As decisões sobre como se configuram salas, pátios,
refeitórios e espaços comuns revelam visões de mundo,
pactos institucionais e dinâmicas de poder. À luz desse
entendimento, considera-se que: