O diagnóstico ortodôntico contemporâneo
ultrapassa a interpretação restrita às análises
cefalométricas bidimensionais, incorporando recursos
tridimensionais, avaliação estética facial, parâmetros
funcionais e considerações periodontais. Autores como
Proffit et al. (2019) e Ackerman (2020) enfatizam que a
interpretação diagnóstica não deve ser reduzida a
valores angulares ou lineares isolados, mas sim
articulada a fatores psicossociais, funcionais e
biológicos, reconhecendo a complexidade do processo
terapêutico em longo prazo. Assinale a proposição mais
consistente: