Observe a imagem abaixo e leia o texto que segue:

Grafitti nas ruas do Rio de Janeiro. (Disponível em: https://portal.sescsp.org.br/ online/artigo/9797_PARA+SER+VISTO. Acesso em: 12 ago. 2024).
Ela é brasileira, feminista, ativista de direitos humanos, colecionadora de arte, empreendedora cultural e promotora de arte de rua produzida por mulheres no Brasil. A artista nasceu e foi criada na Penha, Rio de Janeiro, onde iniciou seus grafites, em 2005, após sofrer violência doméstica pelo ex-marido, que acabou saindo impune dessa situação. Tratando de temas relacionados à violência doméstica, igualdade de gênero, corpo feminino em diálogo com a paisagem urbana, direitos das mulheres, entre outros assuntos, a artista procura uma abordagem autobiográfica, relacionada à alteridade como crítica cultural feminista. Além dos grafites do início da carreira, a artista questiona o papel reservado às mulheres pela sociedade através de performances como Caminhar (2017), em que marca as ruas com tinta vermelha, fazendo referência aos índices de feminicídio, e A Noiva (2019), em que risca um fósforo para atear fogo no vestido branco que usa, retirando-o já em chamas.
(Disponível em: https://nutricaovisual.art.br/historia/artistas-em-pesquisa/grafite. Acesso em: 13 ago. 2024).
A imagem e o texto acima referem-se ao trabalho da artista: