Menino de 6 anos de idade, previamente hígido, sofreu
PCR (parada cardiorrespiratória) na sala de emergência após
quadro de broncoespasmo grave e hipoxemia. Após 2 minutos de
RCP, foi intubado com TOT com cuff 5.0, fixado a 15 cm do
lábio; ausculta pulmonar simétrica, curva capnográfica presente
(onda quadrada), ventilação assíncrona a 10 irpm com O2 a
100%. As compressões são contínuas, a 110/min, alternando-se o
revezamento a cada dois minutos. Já recebeu uma dose de
adrenalina (0,01 mg/kg IV). Nos últimos dois ciclos, o ETCO2
manteve-se persistentemente em 8–9 mmHg. Não há
pneumotórax ao POCUS rápido.
Nesse caso, durante a RCP na criança intubada, com ETCO2 persistentemente <10 mmHg, a ação mais apropriada é
Nesse caso, durante a RCP na criança intubada, com ETCO2 persistentemente <10 mmHg, a ação mais apropriada é