A noção de oralidade e escrita como práticas sociais
distintas, mas complementares, implica que o ensino de
Português deve abordar as especificidades de cada modalidade,
reconhecendo que a oralidade não é meramente uma versão
falada da escrita, possuindo gêneros, estratégias e estruturas
próprias que devem ser desenvolvidas de forma sistemática em
sala de aula, mas sem a interferência de gêneros escritos para
não contaminar a espontaneidade.