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3877857 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: SCGás
Provas:
Responda à questão com base no seguinte poema:
A pálida luz da manhã de inverno,
O cais e a razão
Não dão mais esperança, nem uma esperança
sequer,
Ao meu coração.
O que tem que ser
Será, quer eu queira que seja ou que não.

No rumor do cais, no bulício do rio
Na rua a acordar
Não há mais sossego, nem menos sossego sequer,
Para o meu esperar.
O que tem que não ser
Algures será, se o pensei; tudo mais é sonhar.
Fonte: Poesias Inéditas (1919-1930). Fernando
              Pessoa. Lisboa: Ática, 1956 (imp. 1990). 
Considerando o uso e a significação de determinados vocábulos no poema, julgue as assertivas abaixo como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A palavra rumor é empregada no poema como sinônimo de fofoca ou comentário indiscreto.
( ) O termo bulício refere-se ao movimento e ao ruído intensos, associados à vida urbana ou a fluxos naturais, como o do rio mencionado.
( ) O termo Algures significa “em algum lugar ou tempo não especificado”, projetando uma ideia de indefinição espacial ou temporal.
Preenche, corretamente, os parênteses:
 

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