Em relação à saúde mental e à psicopatologia, é CORRETO afirmar que:
A principal virtude e destacada vantagem deste modelo de abordagem (DSM-IV e CID-10), é o fato de também levar em conta a subjetividade, tanto daquele que está sendo “classificado” quanto daquele que classifica: o olhar de quem olha não é imune à sua própria organização subjetiva.
A pluralidade de abordagens em saúde mental tem o seu expoente máximo no DSM-IV (Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana), que propõe oferecer uma definição humanista e multifacetada das entidades nosográficas.
O CID-10 traduz, antes de tudo, um compromisso ético por meio de uma abordagem empírico-pragmática das entidades psicopatológicas, que reivindica elaborar, a partir da observação direta dos fenômenos em questão, um sistema de classificação independente de qualquer a priori teórico.
O aparecimento da psicopatologia como disciplina organizada, marcando ao mesmo tempo o rompimento com a Psiquiatria do século XVIII, dá-se com a publicação da Allgemaine Psychopathologie (Psicopatologia Geral), de Karl Jaspers, no início do século XX.
No início do século XXI, fundam-se as bases da Psicopatologia fundamental. Sua preocupação central é contribuir para a redefinição do campo do psicopatológico, propondo uma reflexão crítica dos modelos existentes e uma discussão dos paradigmas que afetam nossos objetos de pesquisa, nossas teorias e práticas.
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