De acordo com os padrões técnicos mais recentes para padronização e interpretação da espirometria, assinale a alternativa que apresenta a recomendação atual correta.
Para definir um distúrbio ventilatório obstrutivo, o critério primário recomendado é a relação VEF1/CVF (Índice de Tiffeneau) abaixo do valor fixo de 0.70 (70%) na espirometria pós-broncodilatador.
Um teste de espirometria é considerado reprodutível e aceitável para interpretação se os dois maiores valores de VEF1 e os dois maiores valores de CVF, obtidos em três manobras aceitáveis, estiverem dentro de uma variação de 200 mL (0.20 L) entre si.
A definição de resposta significativa ao broncodilatador foi alterada, sendo agora considerada positiva se houver um aumento de 15% no VEF1 ou 15% na CVF, independentemente da variação absoluta em mililitros.
A presença de um distúrbio ventilatório obstrutivo é definida quando a relação VEF1/CVF está abaixo do Limite Inferior do Normal (LIN), que é determinado pelo 5º percentil do valor previsto.
O critério de término da expiração forçada foi simplificado, exigindo que o paciente expire por no mínimo 6 segundos, sendo o platô no final da curva fluxo-volume considerado um critério opcional e não obrigatório para a aceitabilidade da manobra.
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