A gestão da sala de aula, sob a lente da racionalidade comunicativa (Habermas) e da teoria da prática reflexiva (Perrenoud), transcende o controle comportamental e configura-se como um campo ético-político de produção de subjetividades, negociação de sentidos e construção de normatividades compartilhadas. Ao se considerar o ambiente educativo como espaço interacional e historicamente situado, torna-se necessário repensar o papel do docente como gestor da convivência, mediador simbólico e articulador da cultura escolar. Com base nessa perspectiva, qual das alternativas expressa uma condição estruturante para a efetivação de uma gestão pedagógica dialógica e emancipada da sala de aula?