A respeito da transição para idade adulta e da transferência dos cuidados do paciente portador de cardiopatia congênita, assinale a alternativa correta.
A transferência para o cardiologista clínico não influencia a adesão ao tratamento no longo prazo.
Estudos indicam que a transferência para o atendimento por cardiologista clínico está frequentemente associada à interrupção do acompanhamento cardíaco.
Apesar dos desafios, atualmente há ampla disponibilidade de programas de acompanhamento de adultos com cardiopatia congênita.
Estudos recomendam que o cuidado do paciente adulto com cardiopatia congênita deve permanecer com o cardiologista pediátrico de origem.
A idade ideal para a transferência do cuidado é entre 12-13 anos, pois está associada a melhores resultados no cuidado a longo prazo
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