Em um abrigo municipal com surtos gastroentéricos e
alta infestação por carrapatos, o médico-veterinário
precisa padronizar o diagnóstico de parvovirose canina,
instituir tratamento e higienização para giardíase em
animais recém-adotados e estabelecer controle integrado
de carrapatos para reduzir risco de transmissão e
reinfestações no ambiente. Neste cenário, analise as
afirmativas a seguir:
I. Na parvovirose canina, os testes de antígeno fecal (ELISA) são úteis nas primeiras 48-72 horas de diarreia, mas podem falhar por baixa excreção ou diluição fecal; a PCR aumenta a sensibilidade e auxilia em casos inconclusivos.
II. Na giardíase, fenbendazol e metronidazol são opções terapêuticas reconhecidas; é indispensável banho para remover cistos da pelagem e higienização ambiental seriada para reduzir reinfecções.
III. No controle de carrapatos, uma única dose de ectoparasiticida não garante proteção por toda a estação; recomenda-se programa integrado com reaplicações conforme rótulo, inspeções pós-passeio e manejo ambiental (tratamento de focos e barreiras físicas).
Com base nas afirmativas I, II e III, assinale a alternativa CORRETA.
I. Na parvovirose canina, os testes de antígeno fecal (ELISA) são úteis nas primeiras 48-72 horas de diarreia, mas podem falhar por baixa excreção ou diluição fecal; a PCR aumenta a sensibilidade e auxilia em casos inconclusivos.
II. Na giardíase, fenbendazol e metronidazol são opções terapêuticas reconhecidas; é indispensável banho para remover cistos da pelagem e higienização ambiental seriada para reduzir reinfecções.
III. No controle de carrapatos, uma única dose de ectoparasiticida não garante proteção por toda a estação; recomenda-se programa integrado com reaplicações conforme rótulo, inspeções pós-passeio e manejo ambiental (tratamento de focos e barreiras físicas).
Com base nas afirmativas I, II e III, assinale a alternativa CORRETA.