Paciente de 62 anos de idade, tabagista ativo,
hipertenso, com passado de angioplastia coronária,
procura o cirurgião vascular devido a dor em membro
inferior esquerdo ao deambular grandes distâncias. É um
paciente ativo, sem prejuízo do sono por causa da dor,
e relata que o pé e a panturrilha sentem “câimbras” ao andar
distâncias maiores que 1.000 m ou subir morros. O cirurgião
vascular, no seu exame, palpou pulso femoral, porém não
há pulso poplíteo nem distais nesse membro. O índice
tornozelo-braço desse membro é 0,62, e não há úlceras.
Prontamente, o cirurgião vascular faz o diagnóstico de
doença arterial periférica.
A conduta mais apropriada, considerando esse cenário clínico, é
A conduta mais apropriada, considerando esse cenário clínico, é