No âmbito da Educação Física escolar, ao organizar unidades temáticas que envolvem práticas corporais de predominância aeróbia, como corridas contínuas em intensidade moderada, circuitos motores prolongados ou jogos que mantêm esforço sustentado, o professor deve compreender as adaptações fisiológicas decorrentes da prática regular dessas atividades ao longo do tempo. A literatura da fisiologia do exercício descreve que a exposição sistemática a esforços predominantemente aeróbios pode induzir adaptações cardiovasculares crônicas, tais como aumento do volume sistólico, maior eficiência miocárdica e redução da frequência cardíaca de repouso, fenômeno associado à predominância do tônus parassimpático (Powers; Howley, 2021; McArdle; Katch; Katch, 2024). Considerando os mecanismos fisiológicos envolvidos nessas adaptações, é CORRETO afirmar que tais alterações decorrem principalmente: