Para Rosalind Krauss, “nos últimos 10 anos coisas realmente surpreendentes têm recebido a
denominação de escultura: corredores estreitos com monitores de TV ao fundo; grandes fotografias
documentando caminhadas campestres; espelhos dispostos em ângulos inusitados em quartos comuns;
linhas provisórias traçadas no deserto. Parece que nenhuma dessas tentativas, bastante heterogêneas,
poderia reivindicar o direito de explicar a categoria escultura. Isto é, a não ser que o conceito dessa
categoria possa se tornar infinitamente maleável.”
Disponível em: https://www.ufrgs.br/arteversa/rosalind-krauss. Acesso em: 20 set. 2024
Rosalind Kraus faz sua crítica pressupondo a aceitação de rupturas definitivas e a possibilidade de olhar para o processo histórico de um ponto de vista da estrutura lógica. Avalie as seguintes afirmações:
I - Essas questões se referem à causa seminal: as condições de possibilidades que proporcionaram a mudança para o pós-modernismo, bem como as determinantes culturais da oposição através da qual um determinado campo é estruturado. Certamente essa abordagem para pensar a história da forma difere das elaboradas árvores genealógicas construídas pela crítica historicista.
II - O campo ampliado é, portanto, gerado pela problematização do conjunto de oposições, entre as quais está suspensa a categoria modernista escultura. Quando isso acontece chegamos à conclusão de que é impossível conseguirmos nos situar dentro dessa expansão. Logicamente, não é possível surgir outras categorias previstas, pois todas elas estão em uma condição do campo propriamente dito e todas elas não são assimiláveis pela escultura.
III - O campo estabelece tanto um conjunto ampliado, porém finito, de posições relacionadas para determinado artista ocupar e explorar, como uma organização de trabalho que não é ditada pelas condições de determinado meio de expressão.
IV - Apesar de a escultura poder ser reduzida àquilo que, no grupo Klein, é o termo neutro da não-paisagem mais a não-arquitetura, existem motivos para não se imaginar um termo oposto — que não poderia ser paisagem como arquitetura — denominado complexo dentro desse esquema.
Assinale a alternativa cujas afirmativas NÃO apresentam correspondência com a crítica apresentada por Rosalind Krauss.
Disponível em: https://www.ufrgs.br/arteversa/rosalind-krauss. Acesso em: 20 set. 2024
Rosalind Kraus faz sua crítica pressupondo a aceitação de rupturas definitivas e a possibilidade de olhar para o processo histórico de um ponto de vista da estrutura lógica. Avalie as seguintes afirmações:
I - Essas questões se referem à causa seminal: as condições de possibilidades que proporcionaram a mudança para o pós-modernismo, bem como as determinantes culturais da oposição através da qual um determinado campo é estruturado. Certamente essa abordagem para pensar a história da forma difere das elaboradas árvores genealógicas construídas pela crítica historicista.
II - O campo ampliado é, portanto, gerado pela problematização do conjunto de oposições, entre as quais está suspensa a categoria modernista escultura. Quando isso acontece chegamos à conclusão de que é impossível conseguirmos nos situar dentro dessa expansão. Logicamente, não é possível surgir outras categorias previstas, pois todas elas estão em uma condição do campo propriamente dito e todas elas não são assimiláveis pela escultura.
III - O campo estabelece tanto um conjunto ampliado, porém finito, de posições relacionadas para determinado artista ocupar e explorar, como uma organização de trabalho que não é ditada pelas condições de determinado meio de expressão.
IV - Apesar de a escultura poder ser reduzida àquilo que, no grupo Klein, é o termo neutro da não-paisagem mais a não-arquitetura, existem motivos para não se imaginar um termo oposto — que não poderia ser paisagem como arquitetura — denominado complexo dentro desse esquema.
Assinale a alternativa cujas afirmativas NÃO apresentam correspondência com a crítica apresentada por Rosalind Krauss.