Situação hipotética: Um psicólogo, ao participar de
um processo judicial envolvendo crianças e adolescentes,
decide usar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)
como principal norteador para a produção de relatórios e laudos
psicológicos. Assertiva: A correta aplicação do ECA em
contextos de avaliação psicológica infanto-juvenil exige do
profissional a compreensão de que os direitos da criança e do
adolescente são prioritários e que o parecer psicológico deve
sempre visar ao seu superior interesse, subsidiando decisões
que garantam sua proteção e pleno desenvolvimento, e não
meramente a satisfação dos interesses dos adultos envolvidos.