Entre 1831 e 1840, o Brasil viveu o Período Regencial,
marcado pela ausência de um imperador maior de idade, pela intensificação dos conflitos políticos entre
centralizadores e descentralizadores e pela eclosão de
diversas revoltas regionais. A fragilidade do poder
central, somada às disputas entre liberais moderados,
exaltados e restauradores, colocou em xeque a unidade
territorial e a estabilidade do Estado nacional
recém-independente.
Suponha que, em 1838, um regente receba relatórios simultâneos sobre:
A eclosão de uma revolta armada de caráter popular e republicano no Nordeste;
A pressão das elites provinciais por maior autonomia administrativa;
O temor das elites agrárias de que a ampliação da participação política das camadas populares levasse à ruptura da ordem social escravista.
Considerando o contexto do Período Regencial e as medidas adotadas pelo governo central, qual seria a estratégia correta para preservar a unidade do Império e atender, ainda que parcialmente, aos diferentes interesses em jogo?
Suponha que, em 1838, um regente receba relatórios simultâneos sobre:
A eclosão de uma revolta armada de caráter popular e republicano no Nordeste;
A pressão das elites provinciais por maior autonomia administrativa;
O temor das elites agrárias de que a ampliação da participação política das camadas populares levasse à ruptura da ordem social escravista.
Considerando o contexto do Período Regencial e as medidas adotadas pelo governo central, qual seria a estratégia correta para preservar a unidade do Império e atender, ainda que parcialmente, aos diferentes interesses em jogo?