Um paciente de 68 anos, com histórico de infecção do
trato urinário não tratada, é admitido no serviço de
emergência apresentando hipotensão (PA 80x50 mmHg)
que não responde à infusão inicial de 1.000 ml de
cristaloide, taquicardia (FC 130 bpm), febre (39,2°C), oligúria e rebaixamento do nível de consciência. Os
exames laboratoriais revelam leucocitose com desvio à
esquerda, acidose metabólica e lactato arterial de 5
mmol/L. Este cenário é compatível com choque séptico.
A assistência de enfermagem intensiva é crucial para a
estabilização do paciente e prevenção da disfunção de
múltiplos órgãos. Diante deste quadro clínico complexo,
qual é a principal prioridade do enfermeiro no manejo
hemodinâmico do paciente, após a expansão volêmica
inicial, conforme as diretrizes da "Surviving Sepsis
Campaign"?