Roubo de Celular
Roubo de celular é a nova Covid. Em 2021, o país registrou um telefone roubado por minuto, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Em 2022, a Polícia de São Paulo investiga se o PCC, a maior facção criminosa do Brasil, estaria envolvido. O que se sabe até agora é que bandidos profissionalizaram o esquema: montaram “centrais de TI” clandestinas para invadir celulares recém-roubados e limpar as contas das vítimas.
O Pix foi um divisor de águas nessa história. Até o lançamento do sistema de pagamentos, o prejuízo máximo de uma pessoa roubada geralmente se restringia ao valor do aparelho. É que com as transferências tipo DOC e TED, tudo era mais lento. Quase não valia o esforço de tentar invadir uma conta porque os bancos tinham tempo para barrar as operações. Afinal, uma TED leva pelo menos 20 minutos para cair na conta. Com o Pix, o dinheiro muda de mão instantaneamente, pode ser sacado automaticamente e sumir do radar das instituições financeiras. Nisso, o tamanho do rombo de um golpe via Pix dependerá dos bancos – e do limite de crédito que eles te deram, sem que você tenha sequer pedido.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Com relação ao texto, analisar os itens abaixo:
I. Os roubos de celulares aumentaram após o Pix.
II. Os bancos não gostam que se use celular.
III. O Pix é instantâneo.
IV. Os bandidos estão profissionalizando os esquemas de roubo montando centrais de TI.
Estão CORRETOS: