A partir das contribuições freudianas e lacanianas, diversos autores contemporâneos argumentam que a escola não é neutra (Kupfer,
1999; Jerusalinsky, 1999; Pedroza, 2010).
Fonte: KUPFER, Maria Cristina Machado. Freud e a educação, dez anos depois. In: Psicanálise e educação: uma transmissão possível. Porto Alegre: Associação Psicanalítica de Porto Alegre, 1999. p. 14–26. (Revista da Associação Psicanalítica de Porto Alegre, n. 16). JERUSALINSKY, Alfredo Néstor. O outro do pedagogo: ou seja, a importância do trauma na educação. In: Psicanálise e educação: uma transmissão possível. Porto Alegre: Associação Psicanalítica de Porto Alegre, 1999. p. 7–13. (Revista da Associação Psicanalítica de Porto Alegre, n. 16). PEDROZA, Regina Lúcia Sucupira. Psicanálise e educação: análise das práticas pedagógicas e formação do professor. Psicol. educ., São Paulo, nº 30, p. 81-96, jun. 2010.
Considerando esta perspectiva, analise as afirmativas a seguir:
I- A Psicanálise contribui com a Educação ao destacar a centralidade da linguagem na constituição do sujeito, reconhecendo que a transferência e o desejo estão implicados nas relações pedagógicas e nos modos como o saber circula na escola.
II- O campo da Psicanálise propõe uma escuta orientada ao sintoma como formação do inconsciente, compreendendo os fracassos escolares não como déficits individuais, mas como efeitos de impasses subjetivos e discursivos.
III- A atuação do educador, à luz da Psicanálise, exige o reconhecimento de que sua função ultrapassa o ensino de conteúdos, implicando-se também como representante simbólico no campo do desejo do outro.
IV- APsicanálise oferece aos professores uma metodologia terapêutica de intervenção educacional, baseada na adaptação de técnicas clínicas ao cotidiano pedagógico.
V- A função educativa, segundo a perspectiva psicanalítica, deve deslocar-se para práticas psicanalíticas escolares, nas quais o psicólogo escolar assume o papel de analista frente às demandas inconscientes dos alunos.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: KUPFER, Maria Cristina Machado. Freud e a educação, dez anos depois. In: Psicanálise e educação: uma transmissão possível. Porto Alegre: Associação Psicanalítica de Porto Alegre, 1999. p. 14–26. (Revista da Associação Psicanalítica de Porto Alegre, n. 16). JERUSALINSKY, Alfredo Néstor. O outro do pedagogo: ou seja, a importância do trauma na educação. In: Psicanálise e educação: uma transmissão possível. Porto Alegre: Associação Psicanalítica de Porto Alegre, 1999. p. 7–13. (Revista da Associação Psicanalítica de Porto Alegre, n. 16). PEDROZA, Regina Lúcia Sucupira. Psicanálise e educação: análise das práticas pedagógicas e formação do professor. Psicol. educ., São Paulo, nº 30, p. 81-96, jun. 2010.
Considerando esta perspectiva, analise as afirmativas a seguir:
I- A Psicanálise contribui com a Educação ao destacar a centralidade da linguagem na constituição do sujeito, reconhecendo que a transferência e o desejo estão implicados nas relações pedagógicas e nos modos como o saber circula na escola.
II- O campo da Psicanálise propõe uma escuta orientada ao sintoma como formação do inconsciente, compreendendo os fracassos escolares não como déficits individuais, mas como efeitos de impasses subjetivos e discursivos.
III- A atuação do educador, à luz da Psicanálise, exige o reconhecimento de que sua função ultrapassa o ensino de conteúdos, implicando-se também como representante simbólico no campo do desejo do outro.
IV- APsicanálise oferece aos professores uma metodologia terapêutica de intervenção educacional, baseada na adaptação de técnicas clínicas ao cotidiano pedagógico.
V- A função educativa, segundo a perspectiva psicanalítica, deve deslocar-se para práticas psicanalíticas escolares, nas quais o psicólogo escolar assume o papel de analista frente às demandas inconscientes dos alunos.
É CORRETO o que se afirma em: