Em diferentes circuitos culturais contemporâneos,
observam-se: o uso da cruz ansata em joias de moda; a
hamsá estampada em souvenires e design doméstico; o
Om em tatuagens e marcas de yoga; a estrela de Davi
em contextos identitários e políticos; mandalas budistas
em material publicitário. À luz da antropologia da religião
e da semiótica, qual alternativa interpreta o estatuto
simbólico e as recomposições de sentido desses
emblemas quando circulam entre esferas religiosas,
comerciais e políticas?