Homem, 69 anos, portador de insuficiência cardíaca com
fração de ejeção reduzida (FEVE 30%), hipertensão e
DRC estágio 3b (TFG 38 mL/min/1,73m2
), é internado
por dispneia progressiva, ortopneia e ganho de 4 kg
em 10 dias. Ao exame: crepitações bibasais, turgência
jugular a 45º, edema em membros inferiores ++/4+. PA:
108 × 68 mmHg; FC: 84 bpm; SatO2
: 94% AA. Exames:
ureia 85 mg/dL; creatinina 2,0 mg/dL (prévia 1,4 mg/dL);
Na+135 mEq/L; K+ 4,6 mEq/L; BNP 1560 pg/mL. Ecocardiograma: FEVE 30%, volume diastólico final VE aumentado; VD preservado.
Durante o manejo, o paciente evolui com redução da
diurese, mesmo após infusão de furosemida EV em
altas doses.
Com base nos mecanismos da síndrome cardiorrenal
tipo 1, qual é a conduta mais adequada?