Sobre a otite média colesteatomatosa, é correto afirmar que
os colesteatomas podem ser congênitos ou adquiridos, primários ou secundários ou terciários.
no diagnóstico diferencial de colesteatoma pela ressonância magnética, o granuloma de colesterol tem sinal brilhante nas imagens em T1 e T2.
pela classificação de Jackler, o colesteatoma confinado à pars tensa é chamado de atical ou epitimpânico posterior.
independentemente da localização, a perda auditiva é geralmente neurossensorial por ação das enzimas tumorais.
o colesteatoma primário ocorre por uma invaginação da pele do conduto auditivo externo para a orelha média em pacientes com perfuração marginal do tímpano.
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