Um professor observa padrão recorrente: estudantes
iniciantes em trabalho de pontas apresentam
compensação postural, em que fraqueza de estruturas
distais força adaptações em articulações proximais,
gerando sobrecarga e risco de lesão. O professor
reconhece que essa compensação emerge de cadeia
biomecânica específica: quando demanda local não
pode ser atendida, o sistema corporal redistribui carga
para segmentos proximal. Por esse caminho,
compreender essa lógica é fundamental para prescrição
de preparação física preventiva. Sendo assim, a
estratégia de preparação que mais efetivamente
interrompe padrão de compensação proximal durante
trabalho em pontas é: