Em consulta de check-up anual, uma mulher assintomática de 68 anos apresenta no hemograma uma linfocitose de 32 000/mm3 com hemoglobina e contagem de plaquetas normais. No exame físico, palpa-se uma linfadenopatia de 1 cm na região cervical, sem organomegalias. Foi solicitada avaliação de esfregaço de sangue periférico, que mostrou linfócitos de aspecto maduro e com sombras nucleares. A citometria de fluxo dos linfócitos do sangue periférico mostrou fenótipo CD19, CD5, CD23 e expressão fraca de imunoglobulinas de superfície monoclonais.
Qual das alternativas a seguir é a melhor conduta para o seguimento dessa paciente?