Faz agora 25 anos que a antropologia dos direitos humanos recebeu um vigoroso impulso. O número de publicações internacionais é indicativo da importância crescente
que adquire o campo no interior da disciplina. Várias proposições foram feitas especialmente por Mark Goodale e
Sally E. Merry no que concerne aos caminhos que uma
antropologia dos direitos humanos poderia seguir.
(Saillant, In: Marilene de Paula; Rosana Heringer. Caminhos convergentes: Estado e sociedade na superação das desigualdades raciais no Brasil, 2009. Adaptado)
Segundo Francine Saillant, o campo da antropologia dos direitos humanos é balizado ao
(Saillant, In: Marilene de Paula; Rosana Heringer. Caminhos convergentes: Estado e sociedade na superação das desigualdades raciais no Brasil, 2009. Adaptado)
Segundo Francine Saillant, o campo da antropologia dos direitos humanos é balizado ao