Diante de um histórico da Educação Física escolar marcado
pela centralidade da aptidão física e dos aspectos de cunho
biológico, que muitas vezes excluíram corpos não padronizados,
Fonseca e colaboradoras (2024) defendem a construção de uma
Educação Física escolar na/para perspectiva inclusiva. Pautadas
em uma concepção ampliada de inclusão articulada aos princípios
freireanos de criticidade, construção coletiva, dialogicidade e
horizontalidade, as autoras apontam como estratégia pedagógica
inclusiva para a Educação Física escolar a diversificação de
conteúdos, que visa a: