A atuação do tradutor e intérprete de Libras em contextos educacionais bilíngues impõe desafios de natureza interlinguística, pedagógica e ética, especialmente na mediação de discursos que transcendem a literalidade lexical. À luz dos aportes teóricos de Skliar, Quadros e Karnopp, bem como das diretrizes da resolução CNE/CEB nº 4/2021, qual alternativa melhor expressa os limites e possibilidades dessa atuação?