Filomena, com 94 anos, comparece ao cartório de notas de sua
cidade visando a outorgar mandato em favor de sua cuidadora. O
responsável pela lavratura do ato notarial suspeita que Filomena
não tem as faculdades mentais preservadas e começa a fazer-lhe
informalmente algumas perguntas. Como Filomena não consegue
identificar nem a cidade em que mora, muito menos lembrar o
nome dos filhos, o tabelião nega-se a lavrar o ato.
Nesse caso, à luz da Lei nº 10.741/2003, o tabelião:
Nesse caso, à luz da Lei nº 10.741/2003, o tabelião: