A crítica ao uso constante da brincadeira com função pedagogizante se fundamenta no risco de:
comprometer o tempo e o espaço do currículo escolar com excesso de atividades lúdicas
tornar repetitiva a dinâmica de sala de aula, visto que a brincadeira sempre está inserida na rotina
deixar de garantir o espaço e o tempo necessários para que a criança vivencie situações lúdicas e possa produzir sua própria cultura
restringir o desenvolvimento cognitivo das crianças, em virtude das sucessivas práticas brincantes que evocam a ludicidade, mas mantém atitudes infantilizadas
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