A expressão necessidades educacionais especiais pode
ser utilizada para referir-se a crianças e jovens cujas
necessidades decorrem de sua elevada capacidade ou
de suas dificuldades para aprender. Está associada,
portanto, a dificuldades de aprendizagem, não
necessariamente vinculada a deficiência(s). O termo
surgiu para evitar os efeitos negativos de expressões
utilizadas no contexto educacional, deficientes,
excepcionais, subnormais, superdotados, infradotados,
incapacitados etc., para referir-se aos alunos com altas habilidades/superdotação, aos portadores de
deficiências cognitivas, físicas, psíquicas e sensoriais.
Tem o propósito de deslocar o foco do aluno e
direcioná-lo para as respostas educacionais que eles
requerem, evitando enfatizar os seus atributos ou
condições pessoais que podem interferir na sua
aprendizagem e escolarização. É uma forma de
reconhecer que muitos alunos, sejam ou não portadores
de deficiências ou de superdotação, apresentam
necessidades educacionais que passam a ser especiais
quando exigem respostas específicas adequadas.
Fonte: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental; Secretaria de Educação Especial. Parâmetros curriculares nacionais: Adaptações curriculares. Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1998.
De acordo com o texto, é possível AFIRMAR que:
Fonte: BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental; Secretaria de Educação Especial. Parâmetros curriculares nacionais: Adaptações curriculares. Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1998.
De acordo com o texto, é possível AFIRMAR que: