Azenha (2000), ao traçar o percurso do construtivismo de
Piaget a Emilia Ferreiro, destaca que a criança não é um
receptor passivo de informações, mas um sujeito que
constrói ativamente suas estruturas cognitivas por meio da
interação com o objeto de conhecimento. No campo da
escrita, essa perspectiva desloca o foco do ensino baseado
na repetição e na memorização para a compreensão dos
processos de pensamento do aluno. A base epistemológica
que sustenta essa visão, defendendo que o conhecimento
resulta de uma construção contínua, é o: