Durante o exercício da profissão, o Tradutor e Intérprete
de Libras (TILSP) frequentemente se depara com
ambientes educacionais onde a oralização é imposta
como único caminho para o desenvolvimento do
estudante surdo. Segundo a perspectiva de Aníbal
Quijano, a colonialidade do poder não se encerra com o fim do colonialismo administrativo, mas persiste na
imposição de saberes, línguas e padrões de
"normalidade" do grupo dominante sobre o
subalternizado.
Nesse contexto, a priorização exclusiva da oralização em detrimento da Libras como língua de instrução configura-se como:
Nesse contexto, a priorização exclusiva da oralização em detrimento da Libras como língua de instrução configura-se como: