Galvão (2000) explica que Wallon concebe o
desenvolvimento infantil como processo no qual emoção e
cognição não se opõem, mas se alternam em
predominância, sendo a emoção fenômeno
simultaneamente orgânico e social que impregna o
ambiente e contamina o estado afetivo dos demais. Ao
observar que a agitação emocional de uma criança durante
conflito na roda rapidamente alterava o comportamento e
o humor de todo o grupo, a professora de EMEI reconheceu
esse fenômeno walloniano de contágio e exteriorização
corporal das emoções que precede o controle voluntário
dos afetos. Esse fenômeno descrito por Galvão (2000)
denomina-se: