Mulher travesti de 28 anos, profissional do sexo, comparece à
Unidade Básica de Saúde (UBS) em demanda espontânea. Relata
relações sexuais frequentes com diferentes parceiros, com uso
inconsistente de preservativos, principalmente durante relações
anais receptivas. Há 2 dias teve uma relação sexual desprotegida
com um cliente que se recusou a usar camisinha. Nunca utilizou
medicamento para profilaxia pré-exposição (PrEP) ou pósexposição (PEP) à infecção pelo HIV.
Considerando que a paciente está assintomática no momento, qual a melhor estratégia de prevenção?
Considerando que a paciente está assintomática no momento, qual a melhor estratégia de prevenção?
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