Mulher de 71 anos, portadora de DPOC muito avançado e hiperinsuflação dinâmica conhecida, está intubada por
acidose hipercápnica aguda. No ventilador: auto-PEEP estimada em 8 cmH₂O, frequência respiratória 24 irpm,
volume corrente 6 mL/kg, PEEP 5 cmH₂O, pressão de platô 22 cmH₂O e fluxo expiratório desacelerado, com
evidente encurtamento do tempo expiratório. Observa-se assincronia com esforços ineficazes e queda transitória da
pressão arterial durante a inspiração, sugerindo aprisionamento aéreo significativo.
Qual é a intervenção inicial mais apropriada?
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