Durante uma aula de jogos cooperativos com turma de
3º ano, um professor observa que um estudante com
Transtorno do Espectro Autista (TEA) recusa-se a
participar das atividades que envolvem contato físico e
demonstra desconforto diante de estímulos sonoros
intensos. Simultaneamente, uma estudante com baixa
visão apresenta dificuldade em acompanhar
deslocamentos rápidos dos colegas. Fundamentado nos
princípios da Educação Física inclusiva, o professor reorganiza a atividade oferecendo múltiplas formas de
engajamento e participação para toda a turma, sem criar
percursos paralelos individualizados. Considerando a
literatura contemporânea sobre inclusão escolar, a
decisão pedagógica do professor fundamenta-se na
compreensão de que: