O advento de dispositivos de realidade virtual,
robótica assistiva e exoesqueletos inaugurou novas
fronteiras na reabilitação neurológica. Mehrholz et al.
(2020) documentam que, embora tais recursos ampliem
engajamento e proporcionem ganhos funcionais
mensuráveis, sua eficácia está condicionada à
integração com abordagens fisioterapêuticas
convencionais. Considerando essa perspectiva, qual
proposição descreve com maior exatidão a função
dessas tecnologias no cenário clínico contemporâneo?