Portanto, assim como os EUA do pós-guerra, a China ganha
centralidade no comércio mundial, tornando-se destino de parcela
crescente da produção - não só de commodities, mas também de
eletrônicos e serviços de alto valor agregado. Porém, ao contrário
do caso anterior, esta centralidade é rivalizada pela permanência
de alta demanda do mercado norte-americano, em que pese o
choque da crise financeira de 2008.
HENDLER, B. Crise de hegemonia e rivalidade EUA-China. In: MUSSE, R. (Org.). China contemporânea: Seis interpretações. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 122.
Um dos elementos pertinentes às disputas hegemônicas entre EUA e China envolve as/os:
HENDLER, B. Crise de hegemonia e rivalidade EUA-China. In: MUSSE, R. (Org.). China contemporânea: Seis interpretações. 1ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 122.
Um dos elementos pertinentes às disputas hegemônicas entre EUA e China envolve as/os: