Mulher, 58 anos, tem antecedentes de hipertensão arterial sistêmica e tratamento
por câncer de mama há 12 anos, em acompanhamento oncológico. Queixa-se de abaulamento cervical
à direita com aumento progressivo há 8 meses. Nega sintomas além do desconforto local. Ao exame
físico, encontrava-se em bom estado geral e a orofaringolaringoscopia não evidenciava lesões
aparentemente suspeitas. Ao exame cervical, notava-se um abaulamento de cerca de 3,5 cm no maior
eixo em topografia jugulocarotídea alta à direita, consistência firme, pulsátil, indolor, móvel no sentido laterolateral, porém não no sentido craniocaudal, sem sinais flogísticos associados. A tireoide erab tópica, com tamanho normal, fibroelástica, móvel à deglutição, sem nódulos palpáveis. Considerando o caso apresentado, assinale a alternativa que indica a melhor conduta a ser tomada nesse momento.