Um paciente de 58 anos apresenta hemiparesia
direita após AVC isquêmico, com espasticidade grau 3
em flexores de punho segundo a escala de Ashworth
modificada. Wissel et al. (2015) apontam que
alongamento sustentado, posicionamento funcional e técnicas neuromusculares inibitórias reduzem
hipertonia e melhoram função. Considerando esse
quadro clínico, qual conduta fisioterapêutica apresenta
respaldo mais robusto?