Uma mulher de 52 anos refere dispneia há 8 meses. Relata que o quadro começou de maneira gradual, percebendo que alguns esforços, como subir três lances de escada, desencadeavam dispneia, com necessidade de interrompê-los para respirar. Com o passar dos meses, notou que, mesmo caminhando no plano, andava mais devagar que pessoas de sua idade, devido à falta de ar e à sensação de opressão torácica. Quando parava, percebia alívio dos sintomas. Relata também episódios, há 7 anos, de tosse pela manhã, com moderada quantidade de secreção hialina, que, por vezes, torna-se amarelada. Nega chiado. Nega dor torácica. Refere despertares noturnos frequentes por dispneia. Tabagista, começou a fumar aos 17 anos e, até os 47 anos, fumou 2 maços por dia; dos 47 aos 52 anos, 1 maço por dia. Parou de fumar há 4 meses. Tórax com aumento do diâmetro anteroposterior, expansibilidade reduzida, timpanismo aumentado bilateralmente, murmúrios vesiculares presentes, com roncos. O SpO2 é de 91%, e os resultados da espirometria são:

Qual é a classificação da dispneia, segundo mMRC, e do DPOC, segundo GOLD?