Considerando as diretrizes da educação especial na perspectiva inclusiva, especialmente no que se refere à prática docente com estudantes surdos, é pedagogicamente adequado adotar metodologias que:
Estimulem a aquisição do português oral como foco principal, utilizando a Libras apenas como ferramenta de transição para a linguagem falada e escrita.
Combinem recursos visuais, estratégias bilíngues (Libras como L1 e português como L2), tecnologias assistivas e propostas de mediação cultural e linguística no ambiente escolar.
Preservem a unidade curricular, priorizando o ensino uniforme a todos os estudantes, com adaptações mínimas para estudantes surdos, a fim de garantir igualdade.
Valorizem práticas comunicativas baseadas na oralização, desde que mediadas por intérpretes de Libras, garantindo assim o acesso à comunicação.
Promovam o atendimento educacional especializado como substituto ao ensino comum, direcionando os estudantes surdos prioritariamente para espaços adaptados de aprendizagem.
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